Que esta consoada te seja doce e colorida como estas mini - pavlovas com redução de geleia de araçá que fiz para a celebrar.
FELIZ NATAL !
É sabido que o muro que impede os outros de entrar é o mesmo que nos impede de sair, é por isso que abro esta página, sempre que tenho possibilidade, para saltar o obstáculo que nos separa e poder ir até ti, contando-te as minhas alegrias e tristezas e mostrando-te o que é importante para mim assim como as minhas eventuais aprendizagens. Salta o muro amiga/o, vem até esta página, conta comigo!
Que esta consoada te seja doce e colorida como estas mini - pavlovas com redução de geleia de araçá que fiz para a celebrar.
FELIZ NATAL !
Não, não tenho vergonha, nem receio de te dizer, que o arranjo do meu portão, este ano, foi feito de material reciclado... Nem de propósito, ao passar no contentor do lixo vejo uma linda e antiga porta, com um bonito vidro martelado, abandonada a um triste destino, logo ali resolvi dar-lhe o relevo que merecia:
Carreguei-a, com algum esforço, arranquei pregos velhos e ferrugentos, martelei, lixei, pintei e eis o resultado final!
Enquanto tratava deste restauro pensava: - Era mesmo isto que eu queria, era mesmo esta a mensagem que eu queria para o meu postal de Natal!
- Nunca estamos tão em baixo que não nos possamos levantar, nunca estamos tão necessitados de amor e carinho que mais cedo ou mais tarde isso não se resolva, até quando estamos doentes temos sempre esperança de uma recuperação, Olha a porta que serviu de mote a esta mensagem de Natal...
Este Natal e no Ano Novo lembremo-nos da minha porta velha e do exemplo e incentivo que ela nos traz.
Feliz Natal para ti e tua família , com muita luz!!!
Feliz Natal para ti e tua família , com muita luz!!!
O meu coração dói!
Uma História de Natal:
Na mais negra escuridão
Na mais Triste solidão,
Na velha casa do Raminho
Sem amor e sem carinho,
Dias, anos, meses e décadas...
Na casa abandonada
Vazia, desabitada,
Sem dele alguém se lembrar
Sem nunca alguém o visitar,
O Menino de terracota
O Menino centenário
Devia estar triste
Devia chorar da ingratidão
Das pessoas que o esqueceram...
Mas não!
Ao ser aberta a porta
Do bafiento e frio quarto,
Lá estava ele
No oratório de madeira
Sobre a cómoda de roseira...
Muito direito e resistente
Muito risonho e contente,
Irradiando uma luz diferente
Do colar dourado e brilhante
Com que mãos carinhosas, outrora
Infelizmente, jacentes agora
Delicadamente, o haviam adornado
O Menino, em tempos louvado
Que neste Natal foi resgatado
E para sempre será louvado!
Clara Faria da Rosa,
Natal de 2021
A estrela de Belém
Já há dias que estava com vontade de experimentar, hoje foi o dia e não me arrependi, fica uma sobremesa gelatinosa, não muito doce, não muito calórica, rende bastante pois o produto deve estar em água cerca de uma hora e trinta minutos e é fácil de fazer.
Os colonizadores portugueses usavam a tapioca como substituta do pão e atualmente é o ingrediente principal de algumas iguarias no Brasil.
A minha sementeira de Natal :