terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Compota de Natal


Esta é uma sobremesa que costumo fazer todos os anos, para a  ceia de Natal ou para a passagem do ano e que fica para o dia seguinte, pois não se estraga com facilidade, é muito bom a acompanhar bolo de figo, de natal, ou qualquer outro bolo ou simples, num bonito pratinho com motivos de Natal ou taça de vidro, e que embora não saiba a sua origem nem como me veio parar às mãos, partilho com muito gosto pois é verdadeiramente agradável 
Espero que a façam para a passagem de ano e depois me digam se resultou! 




Cá vai!


Mais ou menos 25 figos
Mais ou menos 250g. de ameixas secas
Uma embalagem de passas de uva
4 ou 5 maçães ( reineta) para serem ácidas, às lâminas, não muito finas.
Casca de limão
Vinho tinto de boa qualidade (Bonzinho) Entendes?-1 copo
2 ou 3 colhere de açúcar ( a gosto)
Água - 2 copos 
2 paus de canela

Ferve-se o vinho com a água, o açúcar e os paus de canela, quando levanta fervura adicionam-se os figos ( sem o pé), quando incha juntam-se os restantes ingredientes
Aguarda-se que a maçã adquira a cor do vinho e apaga-se a chama.
Pode ser servido quente ou frio, mas na consoada ou na passagem do ano sabe bem quentinho.
Espero que te saiba tão bem como o sabor que tem  o carinho que me tens dedicado !!!
Um beijinho com votos de Feliz Ano Novo

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

CHÁ DE NATAL.

Foi no Sábado dia 12, anterior ao dia de Natal, pela manhã o Rui Esteves sempre disponível, ajudou a montar a árvore que ficou altaneira à espera que alguém a decorasse. E Porque acreditamos que o Natal é uma época de alegria e de as pessoas se reunirem, felizes, num espírito de calor humano e boa disposição, depois, durante a tarde, aparecemos e lá foi foi decorada, conforme as possibilidades, o que serviu de pretexto para um bom e salutar convívio, e para um saboroso e acolhedor cházinho que a todos aqueceu. E deste modo, muito simples, o império de Bicas de Cabo Verde na freguesia de São Pedro ,  "pincelou" este pequeno apontamento que alegrou o lugar nesta época natalícia e deu as Boas Festas a quem por cá passou, ou passará ainda, ao longo destes dias festivos.
E antes que seja tarde e esta história caia no esquecimento apresso-me a registá-la, a contá-la e a elogiar a nossa árvore que embora sem raízes resistiu aos ventos, chuvas e temporais, e apesar de "despenteada" e despojada dos seus adornos, lá está a piscar, como que a querer dizer:
- Estou aqui, bem arreigada, porque penso em ti, porque te tenho afecto, e porque quero que o teu Natal seja repleto de alegria e muita luz, aquela luz que anunciou o nascimento do Salvador!   
































domingo, 27 de dezembro de 2015


Subi a escada...
Para no cimo da árvore
Uma estrela colocar
Q'a todos nós ilumine
No Natal e em cada instante,
Subi a escada ...
Para bem alto gritar
Ao vento, continentes e oceanos
À família, amigos, vizinhos,
Feliz Natal, a todos vós,
Que nunca se sintam sozinhos!
Subi a escada...
Para a árvore decorar
E o local que habitamos
Ganhar cor, brilho e alegria,
E para que ninguém se esqueça
Que um nascimento celebramos,
Subi a escada...
Para ficar mais perto do céu,
E para ao Menino pedir
Que nasça no meu coração e no teu,
E que nos ensine a sentir
A alegria de viver
O Espírito de Natal!

Clara Faria da Rosa


sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

A Cor do Natal

A Cor do Natal:

Se o Natal tivesse cor
Seria branco, dourado,
Rosado, alaranjado,
Amarelo radiante ou prateado… 
Bafejaria os afortunados
Os formados e empregados.
Os saudáveis e os jovens.
Mas, se um pincel o escurecesse
Com medonhos e tristes negros
Escuros roxos, 
Castanhos barrentos
E vermelhos escarlate…, 
Logo o Natal cairia
Em casa do pobre, do doente
Do velho abandonado e triste
E da criança sem pais,
Logo o Natal pintaria
Destas desagradáveis cores
A vida ao desempregado,
À jovem divorciada e só,
Com filhos para criar
E sem pernas para andar…
Mas se uma fada boa e linda
Olhasse o Mundo pelo Natal
E sua varinha estendesse…
Aquele dom, aquele condão,
Bordaria tudo de verde,
Um verde puro, límpido, transparente!
Com mil e um cambiantes
Opacos, brilhantes, 
Claros, escuros
Alegres e irrequietos…
Que a todos transmitiriam
Aquela paz, aquele conforto,
Aquela segurança, aquele amor,
Aquela merecida esperança,
Que todos os homens anseiam,
Que todos os homens merecem,
E que a todos é devida
Hoje, no Natal e sempre!


Natal de 2011
Clara Faria da Rosa


Piódão - aldeia presépio

Na homilia da missa de hoje, própria do dia de Natal, o Sr. padre falou do nascimento de Jesus, numa pequena cidade do sul da Judeia chamada Belém, onde Maria e José se tinham deslocado para se recensearem  e de como Maria improvisou um berço numa manjedoura de um estábulo, por não terem encontrado lugar em qualquer estalagem.
Pus-me então a pensar em Piódão, uma freguesia do Concelho de Arganil, na encosta da serra do Açor com pouco mais de centena e meia de habitantes, cujas casas são feitas de xisto e os tectos de lajes e têm janelas e portas de madeira azul, onde estive  ainda há tempos.
Este lugar pela sua peculiaridade é chamado aldeia presépio e, enquanto tentava prestar atenção à homilia, lembrei-me de que na altura pensara que as histórias antigas devem estar enganadas pois o Deus Menino deve ter nascido em Piódão.
Aquela pequenez, segurança, paz e singeleza levaram-me a concluir que só por mero acaso, ou por engano,  é que Deus não nasceu em Piódão!
Mas, pensando bem, o lugar do nascimento de Jesus não interessa, no fundo é só um facto histórico, o importante mesmo é que ele nasça nos nossos corações para  termos força e coragem de ultrapassar os problemas com que nos deparamos e para nos tornarmos melhores, tolerantes e compassivos com o passar do tempo.
Que Deus tenha nascido no teu e no meu coração são os meus votos de Natal...

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Quando se escreviam cartas e postais de Natal
Bicas de Cabo Verde, 23 de Dezembro de 2015
Cara/o amiga/o
Ainda te lembras do tempo em que não usufruíamos destas modernices do computador que nos permite enviar uma mensagem num ai, sem precisarmos sair de casa, nem comprar selo e sem termos de esperar pelo simpático carteiro? E do tempo em que não tínhamos telefone em casa, muito menos telemóvel, o que nos obrigava a recorrer aos correios ou aos postos públicos quando havia estrita necessidade de se comunicar com alguém ou quando queríamos dar as Boas-Festas e desejar um Feliz Ano Novo?
Tempos que já lá vão que deram origem a inovações como os e mails, facebooks e outras simpáticas facilidades que mudaram as nossas vidas!
Pois hoje deu-me para reflectir e sonhar com coisas deliciosamente antiquadas como cartas, cartões de aniversário e postais de Natal a jorrarem de um marco do correio de um avermelhado luzidio e de uma sumptuosidade imponente de quem manobra a vida dos seres humanos ...
Pensei então que para mim, nunca foi fastidioso escrever cartas ou cartões e sempre considerei que as mesmas eram e são uma maneira de revelarmos com profundidade e intimismo o que nos vai no fundo do coração, assim como um veículo que nos liga ao nosso receptor de forma carinhosa e profunda e um meio de evasão da rotina quotidiana.
Até dos envelopes me lembro com saudade e de como ficava a olhar para eles quando os recebia, tentando adivinhar quantas páginas tinham, e as mensagens que continham .
Pelo Natal recebíamos muitos postais com ilustrações encantadoras que nos faziam sorrir e sonhar e logo corríamos a decorar a cómoda ou a árvore de natal com os mesmos. Pois este ano recebi um único postal com uma garbosa e dourada vela artisticamente decorada, e tenciono responder para não furar o esquema.
Postas estas considerações sobre cartas e quejandos termino esta,  não sem antes te desejar que tenhas recebido e enviado muitas cartas e postais de natal , que a consoada te corra de feição, o bacalhau não esteja salgado, o peru seja tenro e coradinho e que não te esqueças que esta festa celebra o nascimento do Menino Jesus . Quero também desejar-te que no Ano Novo continues a entusiasmar-te com determinação pela vida pois se te acomodares e desinteressares é sinal que a coisa não vai bem ...
Adeus e até à volta do correio,
Com um grande e saudoso abraço
A amiga
Clara Faria da Rosa
P.S. Esqueci-me de dizer que  te convido a vir cá tomar um chá e  que 
tenho alguns licores variados e um apetitoso  bolo de Natal que uma amiga me enviou pelo correio, aromatizado com muita amizade e carinho, por isso estás convidada/o a vir à mijinha do Menino.
O meu menino mija!!!




sábado, 19 de dezembro de 2015

A pedrinha do quintal


Numa pedra do quintal
Bem limpa e escolhida,
Fiz uma lapinha de Natal
Q'ao Menino deu guarida...
Numa pedra do quintal
Uma covinha encontrei,
E de um modo informal
O menino ajeitei...
Numa pedrinha do quintal
Pus pinhas e conchas do mar
Florinhas e muitos brilhos
Para o Menino adornar!
Mas na pedrinha do quintal
O Menino está só...
De certeza, sente-se mal
E a mim mete-me dó!
Porque na pedrinha do quintal
Faltam as figuras tradicionais,
Porque na lapinha de Natal
Falta a presença dos pais...
E na lapinha de Natal
Falta o burro e a vaquinha,
Faltam os reis e os pastores
As ovelhas e a galinha...
E também falta na lapinha
Que Francisco d'Assis criou,
Calor que aqueça o Mundo
Que o Menino muito Amou...
E falta amor e perdão
Compreensão e ajuda,
E o trabalho e o pão
Que são o esteio da vida!
Para o Ano, na lapinha
Tudo isto vou colocar,
Numa bonita pedrinha
Que no quintal hei-de encontrar!

Clara Faria da Rosa






O Menino que festejamos:


O Menino que festejamos é Deus!
E Deus é a bondade, 
A cor e a amizade,
E também alegria e amor,
A chuva o vento e o calor,
O perdão e serenidade,
Paz e igualdade,
A simplicidade da Natureza,
O talento, o esforço e a beleza...
É para tudo isto celebrar,
Que nos juntamos a consoar,
Para o Menino lembrar,
E porque somos filhos seus
E porque ele é Deus
E Deus é tudo isto!!!

Clara Faria da Rosa

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Lembras-te disto?



 Soube, através dos noticiários, do lançamento de um livro com o título em epígrafe, no mês de Novembro próximo passado o qual, ao que me foi dado compreender, porque ainda não o li, é como que uma viagem nostálgica e de um certo saudosismo pela infância e adolescência, nas décadas de 70 e 80,  dos autores Luís alegre e Pedro Mata Santos. Percebi que os mesmos  fazem  referência a muitos sectores daquele período e que tem um capítulo dedicado às brincadeiras da altura. Num irreflectido impulso, dou por mim a olhar para uma prateleira à minha beira onde , em jarras de vidro, guardo, com carinho, os berlindes com que o meu filho jogava, talvez numa tentativa de guardar a sua infância, como se isso fosse possível! E que pena não podermos guardar esses tempos num frasco bem guardado, assim como o que eu fiz com os brilhantes e coloridos berlindes!
O jogo do berlinde, como o conheço, de o ver jogar por esses pátios e terreiros das escolas desta ilha Terceira! A que jogarão agora as crianças nesses mesmos lugares? Interrogo-me...
As Três covinhas já estavam prontas, e na hora do recreio era um tal correr, de bolsos cheios de berlindes e toca de lançar, cada um o seu berlinde, para se ver quem atirava mais longe, o que ganhasse começava o jogo e lá se ia jogando para atingir os buracos sucessivamente. em linha recta e voltar para trás, quem conseguisse este feito  tinha o direito de tentar acertar no berlinde dos adversários numa tentativa de se apoderar dos respectivos berlindes. Quem tivesse muitos berlindes no bolso era muito considerado porque tinha aptidão e treino fora do comum! 
Agora faço-te um desafio:
Partilha connosco o que te veio à memória, dos teus  tempos de infância, ao leres este texto... Aceitas?



quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Sinto-me muito pequena!

 Se me perguntares:
- o que é o Natal?
Terei que responder:
-Que é a bondade
Do Menino que festejamos,
Assim como a verdade
Do Menino que esperamos,
Que é a  compreensão
Do mundo que habitamos,
E um abrir o coração
A amigos e adversários,
Que é o perdão
Do Menino que amamos
Se me perguntares:
- Mereces tudo isso?
Terei de responder:
-Que sou muito pequena
Mas estou de coração aberto,
Que sou muito pequena
E me sinto num deserto,
Que sou muito pequena
Mas tento ir no rumo certo,
Para receber e merecer
A bondade,
A compreensão, 
O amor,
O perdão...
E porque sou muito pequena
O Menino que vai fazer anos,
Olhará para mim 
Com carinho e ternura,
Rejubilaremos,
E então, serei merecedora
Dessa bondade, 
Desse amor,
E desse perdão!

Natal de 2015,
Clara Faria da Rosa


quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Um calorzinho especial:

Adoro o estilo "Vintage", aquilo que é antigo , não no sentido pejorativo, mas que se pode considerar clássico e de qualidade e que nos remete aos anos de 1930/40/50/60 e que se aplica ao vestuário, calçado,mobiliário, peças decorativas, jóias, etc.
No Sábado passado, fui a uma festa, e usei um colar de prata" vintage", como podes ver na foto. Era da minha mãe, que o comprou com muito sacrifício, e não o usou muito, porque não tinha muitas oportunidades para isso. Há tempos mandei-o reparar e limpar tendo, desde então, também poucas oportunidades para o usar, embora goste muito dele. Lá o usei e senti-me tão bem e contente que até senti um calorzinho especial no coração, como que a lembrar-me da sua primitiva dona.
Para mim há duas coisas que detêm o passar dos anos, a memória e a arte. E enquanto usei aquela peça antiga, a minha memória permaneceu no passado como que se eu tivesse dez ou quinze anos e visse a minha mãe a arranjar-se para ir a algum casamento e ou procissão e tive a sensibilidade necessária para valorizar aquele objecto vintage e ver nele a arte de um objecto clássico e de qualidade que me fez, por momentos, permanecer gostosamente, no passado da minha infância.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

O guarda-chuva teimoso:

Do meu guarda-chuva velho
Fiz um arranjo de natal,
Em dourado e vermelho
E com um laço normal...
Ficou pomposo e vistoso, 
Elegante e orgulhoso, 
E de tal maneira vaidoso,
Que se agarrou ao portão
Com todas as suas forças...
E quando veio o temporal
Não houve chuva nem rajadas
Que o tirassem do pedestal!
E ele teimoso gritava:
-Só saio deste lugar
-Quando passar o Natal,
-E depois de ver entrar
-O Menino neste portal!

Natal de 2015
Clara Faria da Rosa

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Tempestade nos Açores

A tempestade varreu os Açores
Vento forte!
Ondas como montanhas!
Fortes, zangadas, violentas
Provocaram:
Muita angústia,
Muito medo,
Muitas dores...
E uma incerteza dolorosa...
Estamos no meio de nada,
Como nos poderemos defender?
Quem nos poderá ajudar?
Quando virá a calma esperada?
Como será o amanhecer?
A tempestade varria os Açores
E a agitação das ondas
Medonhas, revoltas, alterosas,
E as violentas rajadas,
Quadros assustadores,
Mas espectaculares...
Eis se não quando:
Do meio da tempestade,
Daquele cenário dantesco,
Daquele cenário destruidor,
Surgiu um corpo de mulher
Esbelta, seráfica, angelical...
E tudo acalmou, tudo serenou.
E nos Açores
As flores voltarão a florir,
E nos Açores
Os pássaros voltarão a Cantar.
E nos Açores
O homem esquecerá o medo,
O homem ganhará confiança,
E continuará a Louvar.
E continuará a amar,
O seu mar, a sua terra,
Esta terra açoriana!

Angra do Heroísmo,14 /12/ 2015
Clara faria da Rosa

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Bolo de Natal da Clara (receita)

 Agora que toda a gente anda numa grande azáfama para fazer o seu bolo de Natal, com a antecedência requerida para que fique húmido e muito saboroso, é com muito gosto que te passo a minha receita que acerta sempre e costuma ser muito apreciada:
 Bolo de Natal da Clara ( Receita):

Deves deixar de infusão
Quantos mais dias melhor,
Paciência e compreensão
Muita amizade e amor...

Não ligues aos dissabores,
Vive com muita humildade,
Envolvendo estes valores
Sempre com muito cuidado.

Unta a forma alegremente
Com calma e muito humor,
Verte o bolo lentamente
Fazendo da vida louvor!

O forno deve estar quente
Com um calor moderado,
E tu, sempre contente
Vivendo com muito agrado...

Resulta sempre esta receita
Que partilhada deve ser,
E se for muito bem feita
Tua vida vai crescer!...
 6º
Põe a mesa a toda a gente
Deseja um bom Natal,
Sempre alegre e contente
Aberta, simples e informal!
 7º
Quando deres a provar
Deste bolo uma fatia,
Deves sempre recordar
A amiga Clara Faria !!!

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

A minha sementeira de Natal

Nos Açores, é tradicional, porem-se sementes a germinar, em pequenos pratinhos, para depois se porem a decorar os altarinhos do Menino Jesus e os presépios.

Normalmente, isso faz-se no dia de Santa Catarina ou no dia de  Nossa Senhora da Conceição, não me perguntes porquê, porque não sei responder ao certo, a minha resposta é: - porque já minha mãe procedia assim!
Então vêem-se pequenos pratinhos de trigo, cevada, tremoço, ervilhaca, alpista Etc., enfileirados, à espera das sementinhas darem um ar da sua graça, para irem ocupar os seus postos, nos dias de Natal...
Penso que este hábito se prende com o facto de os agricultores quererem testar as suas sementes, para na altura certa as lançarem à terra, e também pelo facto de antigamente não haver decorações de Natal à venda ( e ainda bem!) e de as pessoas instintivamente terem adaptado e adotado este lindo costume de decorarem as suas casas com estas sementes germinadas...
Já há anos que costumo cumprir a tradição, nesta área e ponho a germinar ervilhaca que é uma leguminosa forrageira de bom crescimento que proporciona, segundo os entendidos, uma eficiente cobertura protectora e melhoradora dos solos, e que pode ser usada para pastagem ou fenação. Contém muitas proteínas, resiste ao frio e mede em condições normais,cerca de 1 m. de altura.
Mas vamos ao meu assunto:
Hoje, 8 de Dezembro, estava um belo dia para sementeiras e eu aproveitei:
Depois guardei as sementeiras às escuras para ficar branquinho, e vou deitando um pouco de água em dias alternados.

 Claro que esta foto que te mostro com ervilhaca germinada é de um ano anterior porque este processo da germinação leva aí uns dez dias até estar crescida  bastante para  decorar o Deus Menino , para oferecer alguns a amigos e  enfeitar a casa. Ainda estás a tempo de fazer esta experiência, se não tens este hábito, há sempre uma primeira vez para tudo, tem em mente que muitas aprendizagens se perdem por não se tentar e vais ver que depois te sentes contente com o resultado que obterás.
 

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Tomando consciência do cancro.

Fui nomeada pela minha amiga Vanda Azevedo, para colocar uma foto ou selfie durante 10 dias, no perfil e nomear outra pessoa. Perante causa tão nobre, não pude deixar de participar. Saí ao quintal, tal Mãe Natal, colori a Natureza e fotografei-a. Aqui mostro as 10 fotos que fui publicando em dias sucessivos, espero que gostes e que elas te ajudem a vivenciar o Advento e a admirar aqueles que conheces e que conseguiram ultrapassar esta doença e a lembrar os que tanto sofreram e não tiveram essa sorte!
E no fim desta maratona fotográfica à roda da minha casa, nomeei a minha amiga Neusinha Fusco, no Brasil, para dar continuidade a este projecto de forma a que ele se expanda por aquele país irmão.