quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Mais uns trabalhinhos de Natal

O motivo base é este que podes copiar por aqui porque não é fácil encontrar um motivo de Natal que caiba nestas barras, agora é só combinar cores e variar o que se põe na bainha, nuns pus um galãozinho apropriado, noutros fiz duas carreiras de ponto de grilhão de cores diferentes, enfim, é só pôr a imaginação a funcionar.
Agora os meus trabalhinhos estão prontos a embrulhar para presente, antes porém tirei estas fotos para te "grelar o olho" e te entusiasmar a fazer as tuas próprias lembranças de Natal.






terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Lembranças de Natal

 Com o Natal à porta lembramos-nos dos nossos amigos a quem queremos dar um presente, um pequeno mimo que mostre que nos lembramos deles e que lhes queremos bem.Para tal nada melhor do que uma prendinha personalizada, feita pelas nossas mãos.
Pois é, tenho estado ocupada a fazer as minhas prendinhas de Natal, todos os anos penso em algo diferente que transmita um pouco de magia e carinho, fiz estes presentinhos para mimar alguns amigos.
Se gostares de fazer o mesmo, e se fores principiante, nestas coisas das artes manuais, podes abrir o pequeno vídeo  que anexo e que te explicará passo a passo como deves proceder.
Vá lá mãos à obra, ainda estás a tempo de fazeres algo que espalhará ternura à tua volta.
PS:
Claro que o tipo de tecido a usar, é ao teu critério, usei este porque o tinha em casa e como sabes, sou uma "rapariga" económica e também porque acho este tipo de tecido rústico muito apropriado para trabalhos desta época.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Casa dos Bicos/Fundação José Saramago

 A caminho do Museu do Fado deparámo-nos, na rua dos Bacalhoeiros, em Lisboa, com a Casa dos Bicos, uma das casas mais emblemáticas do gótico lisboeta, construída em 1523 por Brás de Albuquerque. A sua fachada está revestida de pedra aparelhada em forma de ponta de diamante ( os bicos ).
Conta a história que o seu proprietário a mandou construir após uma viagem a Itália onde terá sido influenciado pelo Palácio dos Diamantes de Ferrara e pelo Palácio Bevilacqua em Bolonha.
Sofreu vários danos pelo terramoto de 1725 e foi vendida em 1973 após o que foi utilizada como armazém e sede do comércio de bacalhau; actualmente alberga a fundação do Nobel da Literatura José Saramago e o espólio bibliotecário do mesmo.
Saramago viveu na ilha espanhola de Lanzarote tendo nascido em Azinhaga do Ribatejo terra donde veio uma oliveira que foi plantada em frente a esta casa junto da qual foram depositadas as cinzas do escritor, a 18 de Junho deste ano de 2011, um ano após a morte do escritor e colocado um banco de jardim para que as pessoas ali se sentem, leiam os livros do escritor e dele se recordem. 
Na calçada uma inscrição lembrando as datas do seu nascimento e morte e uma referência ao seu livro Memorial do Convento (Mas não subiu para as estrelas se à terra pertencia), frase escolhida pelo escritor.

 Pois foi neste banco e junto desta árvore que eu e a minha amiga Mila nos sentámos a descansar um pouco, a apreciar esta bela casa e a falar destas coisas que afinal, tal como o fado, também  fazem  parte da história e da cultura do nosso país





domingo, 4 de dezembro de 2011

Celebrar o fado que canta a vida:

O fado que canta a vida e os seus fenómenos é agora mais do que nunca canção do mundo!
No Domingo passado, faz hoje oito dias, dia em que a UNESCO considerou o fado património cultural imaterial  da humanidade, o museu do fado abriu as suas portas ao público em geral para festejar tamanha honra.
Tive o gosto de visitar este espaço num dia tão emblemático para o fado e Portugal, na vertente cultural e pude apreciar exposições e actuações de vários artistas.
O museu do fado fica  em Alfama, no Largo do Chafariz de Dentro entre o campo das cebolas e a estação de Santa Apolónia e foi inaugurado em Setembro de 1988 e promove valor excepcional do fado como símbolo identificador da cidade de Lisboa e integra diversas valências como um vasto acervo museológico com diversas colecções muito importantes no panorama etnográfico e cultural. Este museu promove ainda vários cursos que contemplam as áreas de instrumentos, voz e reportórios.
Nesta visita pude apreciar um Malhoa/ 1916, " O Fado" da col. Museu da cidade/CML e muitas outras coisas que me deliciaram e me despertaram o apetite para uma posterior visita em dia mais calmo.
Recomendo vivamente este espaço para uma possível visita, contudo, enquanto isso não é possível aqui ficam estas imagens para que fiques com uma ideia do que é e de como está estruturado:

Um Passeio a Belas/ Fofos de Belas


A minha amiga Mila convidou-me a ir a Belas que é uma vila do Concelho de Sintra, para visitar uma casa de antiguidades que ela conhecia.
Lá fomos, vimos coisas lindíssimas, mas foi só ver porque dos preços nem quero falar; como a tarde já ia longa resolvemos lanchar na casa dos fofos de Belas que são uma importante referência na riqueza gastronómica do concelho sintrense.
Pequenos pães-de-ló, feitos com farinha,gemas,claras em castelo.açúcar, fermento e raspa de limão, vão a forno de lenha em pequenas formas enfarinhadas e depois são abertos e recheados com um creme feito com amido de milho, leite açúcar e gemas após o que são polvilhados com açúcar.

Claro que não resistimos e fizemos honras  aos ditos bolos que na verdade, embora simples, são uma especialidade.
O local é uma antiga padaria que foi reformulada mas ainda se podem ver os pés das mesas antigas, que são uma delícia como podes constatar.
Enfim, uma tarde que não quero esquecer assim como não quero deixar  de agradecer à minha amiga o amável convite e a simpática companhia.

Raparigas da minha idade

Já tinha saudades de registar os meus comentários, vivências e aprendizagens com costumo fazer; estive ausente, mas foi por uma boa causa, a acompanhar o meu filho que nesta altura está assoberbado com trabalho e eu tentei minimizar, mimando-o com umas comidinhas boas e esperando-o  ao chegar a casa para o ouvir contando-me os seus problemas e as suas preocupações.
Ao regressar quero registar este dia especial em que fazem anos três amigas minhas; a minha colega Saúde Almeida, a minha amiga Filomena Valadão e a Edite Guina que são raparigas da minha idade, como dizia minha mãe ao referir-se às suas amigas, ao que eu achava imensa piada porque não as considerava nada raparigas mas senhoras já bem entradotas...
É da Edite que eu quero falar de uma forma especial, fez hoje 64 anos o que não é nada mau, antes pelo contrário é uma benção porque é sinal que já se viveu muito e ainda há muito para viver. Pois a Edite tem sido uma mulher maravilhosa, inteligente, meiga, sensível, interessada pelas coisas da vida e por antiguidades de que é grande conhecedora, que teve um percurso profissional normal, é funcionária pública aposentada do  ex ministério da emigração em Lisboa.
Até aqui tudo bem, o pior é que a sua saúde nestes últimos tempos tem-se vindo a degradar tendo-lhe sido diagnosticado um grave problema do foro psiquiátrico.
Está internada em tratamento na Casa de Saúde de Idanha, uma IPSS pertencente à congregação das irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus, fundada em1894 por S.Bento Menni, um italiano que pertenceu à ordem hospitaleira de S. João de Deus.
Este estabelecimento, fica em Belas- Sintra e tem como objectivo a prevenção, tratamento e reabilitação de pessoas no âmbito da Saúde Mental e Psiquiatria.
Logo que  cheguei a Lisboa, na primeira oportunidade, fui visitar a minha amiga, os olhos brilharam-lhe quando me viu e abraçou-me comovida e o meu coração partiu-se a pensar no que ela era e no momento triste que atravessa e na eventualidade de qualquer um de nós estar sujeito a um problema semelhante.
Hoje pensei nas minhas amigas a quem telefonei a parabanear e em especial na minha amiga Edite Guina a quem não pude telefonar, como costumava fazer no dia dos seus anos, mas que esteve presente no meu pensamento e no meu coração e de quem te conto a situação que está vivendo para que não nos esqueçamos do sábio provérbio popular " Hoje teu, amanhã meu...", Deus permita que não, mas não nos podemos considerar imunes aos problemas que não afectam só os outros, essa é que é a realidade!
Um beijinho especial neste dia para esta querida amiga, com votos de melhoras.

Edite Guina


Irmãs hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus:



sexta-feira, 11 de novembro de 2011

S. Martinho; castanhas e vinho




Este é um engraçado e artístico bolo que vi ontem exposto na montra da pastelaria "O FORNO", na rua de S. João em Angra do Heroísmo, Terceira, Açores, a lembrar o dia de S. Martinho que hoje celebramos. Como é tempo de castanhas lembramo-lo com castanhas e vinho que nesta altura do ano já está bom para se beber, assim inaugura-se o vinho novo, atestam-se as pipas e faz-se uma festa, porque tristezas não pagam dívidas, por isso os antigos tinham o ditado seguinte: no dia de S. Martinho. vai à adega e prova o vinho.
A igreja lembra este santo, não mártir, o 1º confessor a subir aos altares do Ocidente, no dia em que foi a enterrar em Tours, França, no ano de 397.
Ao longo da sua vida foi um exemplo de generosidade, humildade e partilha daí a lenda da capa que teria partilhado com um mendigo que encontrou quando ia a cavalo, que todos bem conhecemos.
Este santo é o patrono dos alfaiates, cavaleiros, pedintes, restauradores (hotéis, pensões, restaurantes), produtores de vinho, dos alcoólicos reformados, dos soldados, cavalos e gansos.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Apetecia-me que já fosse Natal!

 Embora seja um lugar comum dizer-se que o Natal é sempre que um homem quer, a verdade é que temos que esperar pela data pré  - estabelecida para o festejar. No entanto, a verdade é que neste momento, quase que me apetecia que já fosse o Natal, para alindar a minha casa com este trabalhinho que acabei agora mesmo e que se destina a ser usado nessa época que se aproxima a passos largos.
Mostro-te, à semelhança do que fiz com o trabalho anterior para que,  se te apetecer,  possas copiar a ideia e fazer uma toalhinha do género para a tua casa; Ainda tens tempo...
É um trabalho rústico que não sendo  dispendioso, fica muito vistoso e aparatoso , perdoem-me a aliteração ( repetição de sons consonânticos)
Para fazeres esta toalhinha de Natal necessitas de um quadrado de serapilheira fina com o tamanho que pretenderes, dois novelos de lã, muito fina, um vermelho e outro verde, fitas da cor que mais gostares verde ou vermelha, ou as duas e muita persistência paciência e engenho.
Tiram-se os fios para fazer a bainha aberta, fazem - se os cantos com muito cuidado para ficar perfeito, borda-se a barra com um motivo de ponto de cruz a gosto e depois tiram-se os fios para meter a fita. Nos cantos armam-se laços ou outros motivos de Natal.
Foi o que eu fiz, agora estou a pensar no arranjo que irei fazer para pôr na mesa, sobre a toalha...
Já o grande poeta António Gedeão no poema " Pedra Filosofal" , um hino à liberdade e ao sonho dizia:

"Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer"

Pois é, enquanto vou sonhando, vou vivendo e enquanto vou vivendo, vou sonhando e assim sinto-me feliz e realizada; Para mim não é preciso muito , basta-me uma rústica e simples toalhinha com motivos de Natal, feita por mim, com muito entusiasmo e amor! 
Experimenta...




quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Preparando o Natal...

Não, graças a Deus ainda não estou caduca, como naturalmente estás pensando a meu respeito, sei perfeitamente que ainda estamos a mais de um mês desse tempo mágico que é a época natalícia, o título tem a ver com um trabalhinho que ando a fazer e que te quero passar ainda a tempo de o poderes fazer para a época festiva que se aproxima.
 Esta história já tem barbas, como o pai natal e iniciou-se com um miminho de uma prendada amiga, a Marília Dutra que no Natal de 2010 me ofereceu, um pai natal, em crochet, para pôr na lapela do casaco ou na camisa.
Fiquei encantada com tamanha habilidade e doçura  e logo me propus seguir-lhe o exemplo para o Natal seguinte .
Estando próxima a data, comprei um novelo de lã branca, da mais barata e comecei , segundo as indicações da amiga Marília Dutra a fazer rosetas com um ponto a  vapor, a imitar as barbas do pai natal, fui fazendo até acabar a lã, deu 35 rosetas, como esta que podes podes ver:
Foi altura de rematar, com cuidado, as duas pontas, o que ainda leva o seu tempo e partir para a carapuça vermelha,com uma linha nº6 e uma farpa própria, cá está:
Posto isto, foi altura de fazer os pompons para a ponta do barrete e de bordar a boquinha a vermelho e pôr os olhinhos. Por acaso estes foram colados, são daqueles que mexem, mas podem ser feitos com linha.
Com habilidade e vontade tudo  se consegue, como podes ver ficou muito bonito!


Agora está tudo guardadinho numa caixa ate ao Natal. Antevejo a alegria e satisfação que terei a prender, este meu trabalhinho, com um alfinete, na roupa das minhas amigas.
Põe tu, mãos à obra, ainda vais a tempo, estou certa, tenta a tua sorte, desafia a tua habilidade, como eu fiz...
A vida é feita de experiências e aquele que vai mais longe é o que tem coragem de arriscar!
Estou certa do teu sucesso e que me surpreenderás com a tua engenhosidade...
Não esqueças que:
Numa altura de contenção, como a que estamos a atravessar não são precisos grandes gastos para manifestarmos a nossa amizade e para dar alegria aos que estão próximos de nós

sexta-feira, 4 de novembro de 2011


O conforto de umas sapatilhas

Todos os dias, pela manhã, se o tempo e a vida me permitem, gosto de fazer a minha caminhada. Visto uma roupa confortável, calço umas sapatilhas e lá vou eu!
Ao calçar as sapatilhas sinto-me muito bem, preparada para enfrentar uns quilómetros e penso sempre no tempo em que não havia calçado tão confortável e nas senhoras que fazem imensos sacrifícios sobre as suas "quedíssimas altíssimas" em nome da elegância.
Embora as minhas sapatilhas não sejam de marca especial, são bastante confortáveis e coloridas pois eu sou uma sessentona que gosta de cores alegres, e servem perfeitamente para uma marcha a sério.
 Pensando no assunto, resolvi então, fazer uma ligeira pesquisa sobre este tipo de calçado e o seu aparecimento:
Fiquei sabendo que os ténis estão na moda, toda a gente os usa para além dos atletas, há ténis líndíssimos e "chiquérrimos" e alguns com solas amortecedoras  de preços astronómicos.
Pensa-se que Henrique IV de Inglaterra ( 1366/1413), irmão de D. Filipa de Lencastre, rainha de Portugal, da dinastia de Avis, foi o primeiro a encomendar ténis, seis pares de sapatos de feltro, para jogar, pois tinha problemas de pele.
Mick jagger, vocalista dos "the Rolling Stons", uma das bandas inglesas mais famosas do século passado, casou-se de ténis

e Woody Allen, comediante, humorista e cineasta norte americano, usava ténis de lona quando acompanhou ao balé a primeira dama dos estados Unidos, Betty Ford.

Como referi acima não me "amarro" em marcas, mas muitos jovens com quem conversei disseram-me que as all star e adidas são as melhores sapatilhas e ficam sempre bem e que as da echo também são muito giras.
A maioria deste calçado é feito na Formosa e na Coreia  do Sul e mais recentemente na China.
Os estilos e finalidades destes sapatos são infindos, há sapatilhas para marcha, para jogar ténis, para jogging e com solas revolucionárias e artifícios ortopédicos, havendo até modelos com um computador em miniatura incorporado que trabalha a bateria e que regista a distância percorrida, o tempo dispendido, o passo em quilómetros por hora e até, pasme-se, o número de calorias queimadas!
Mas isto são produtos de alta tecnologia para quem ganha um ordenado de futebolista! As minhas sapatilhas, são básicas, servem para todos os fins, não contam as calorias, custaram , em saldo, uma modesta quantia, mas andar com elas é como voltar à juventude e na rua , sinto-me leve, bem-disposta e com vontade de avançar que é o que interessa...

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Dia de Pão-por-Deus/ Um dia de Outono


Ontem foi dia de Pão-por-Deus, mas não teve a graça que costuma ter, pois o Outono resolveu mostrar-se na sua plenitude e as crianças não saíram à rua com as suas saquinhas coloridas a bater de porta em porta.
Tiveram receio da chuva e do vento forte intercalados com uma húmida e persistente neblina que inibe até os mais fortes, de saírem de casa.
Também a ida ao cemitério para visitar as campas dos entes queridos foi rápida, sob persistentes bátegas de chuva e ventos fortes que estragavam os arranjos que os familiares tinham feito para homenagear a lembrança dos que já partiram.
Tinha preparado, como habitualmente, moedas para receber a criançada mas, como não apareceram, pus-me a pensar na coicidência do dia em que celebramos os Santos e que antecede o dia dos fieis defuntos que partiram para uma nova vida, conforme os católicos acreditam,  parecer ser um dia de viragem no ciclo anual,  com ventos, chuva e frio com vista a um outro ciclo, uma outra vida, uma nova estação verde e efervescente.
O Outono, como a vida das pessoas é uma época de viragem, a natureza torna-se acastanhada e se observamos com atenção, deparamos-nos com cores surpreendentes como o amarelo que nos traz à memória tarte de limão, os dourados do sol, rubis e carmesins e todos os castanhos quentes que lembram o couro usado. Segundo li há muito tempo,essas cores devem-se ao facto de as árvores cansadas, não permitirem uma correcta circulação da seiva e as folhas deixarem de produzir clorofila, aparecendo assim pigmentos amarelos; Deste modo, as folhas acabam por cair e restolham pelo chão como um tapete bordado por mãos de fada, a fada natureza, os ouriços arreganham as bocas deixando cair as castanhas  que estalam sob os nossos pés, se as pisamos.
Esta é uma altura do ano mágica em que a natureza, numa terra como a nossa que tem a vantagem de viver quatro estações, hiberna, descansa, suspira e sonha  um pouco, esperando pelo mês de Maio.
Os prenuncios do Inverno já se escrevem à nossa volta, vem aí o S. Martinho, o vento arrasta as sementes das plantas, as folhas caem cobrem o solo e as sementes espalham -se pelo meio delas a fim de ganharem raízes para o ano seguinte; foi a morte que origina a vida!
Afinal o dia que celebrou os Santos seguido do dia que lembra os nossos defuntos celebra a vida, uma vida, uma lembrança que permanece nos nossos corações e nas nossas memórias...