É sabido que o muro que impede os outros de entrar é o mesmo que nos impede de sair, é por isso que abro esta página, sempre que tenho possibilidade, para saltar o obstáculo que nos separa e poder ir até ti, contando-te as minhas alegrias e tristezas e mostrando-te o que é importante para mim assim como as minhas eventuais aprendizagens. Salta o muro amiga/o, vem até esta página, conta comigo!
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
O meu Menino mija!
Tradicionalmente, nos Açores, faziam-se licores caseiros e eram tantos! ( de laranja,de café, de anis, de banana,cacau, de leite, de maracujá, de poejo, de tangerina, de vinho e outros). Estes licores, alguns dos quais feitos propositadamente para o Natal, eram dados a provar nesta época ao que se chamava a mijinha do Menino.
Convidavam-se familiares para a mijinha do Menino:- O meu Menino Mija!
-Vai à mijinha do meu Menino!
-O meu menino não está mal das urinas!
-Vai provar a mijinha do nosso Menino!
Era um carinho, uma doçura...
E lá se faziam agradáveis visitas, para desejar as boas- festas, apreciar o presépio, armado a um canto da casa com muitas leivas e musgos e coloridas figuras de barro ou então sobre a cómoda antiga, coberta com bonita toalha de linho e decorada com camélias, tangerinas e pratinhos de trigo a rodear o Menino, e provar a mijinha à mistura com alguns figos-passados, rebuçados caseiros, caramelos, bolacha repúblicana e outros doces tradicionais.
Actualmente, ainda se mantém essa tradição, embora com alguns cambiantes ...Talvez já não se façam tantos licores que são substituídos pelos comprados e os doces e aperitivos sejam de outro tipo e com novas receitas , o presépio mantém-se e o hábito de se visitarem as casa de familiares, colegas e amigos, assim como o calor humaho que se gera à volta dessa tradição, continua felizmente!Quanto ao meu menino, aliás aos meus meninos, estão bem saudáveis, com os aparelhinhos como Deus manda, expelindo o precioso líquido que aquecerá os amigos, neste Natal.
- O meu menino mija !!!
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Um exemplo de como se transmitem valores, festejando o Natal
Foi no passado Domingo, dia 19, que a Casa do Pessoal do Hospital de Santo Espírito de Angra do Heroísmo apresentou o seu grupo de teatro, dando cumprimento aos objectivos programados que visam intervir ao nivel social, pedagógico e cultural entre outros.
Esse trabalho foi apresentado no salão de festas da Casa de Saúde de S.Rafael e fez os presentes vibrarem pela sinceridade,entusiasmo e alegria com que transmitiram a sua mensagem de amor, visando sobretudo o carinho e atenção com que se devem tratar as crianças.
A peça, orientada pelo actor e professor Belarmino Ramos, embora representada por amadores princiantes cumpriu o seu papel transmissor de valores e de integração intergeracional pois integrou actores de diferentes faixas etárias.
Seguiram-se vários momentos de poesia, jograis, humor e a apresentação do côro da casa do pessoal do Hospital, coadjuvado
Enfim, foi uma tarde de boas-vindas à época natalícia bastante agradável, pena foi que não tivessem participado e ou comparecido mais pessoas do hospital como na altura frisou a representante da Casa do Pessoal.
Enfim, nem todos têm a mesma sensibilidade e o esforço, disponibilidade e dedicação nem sempre são compreendidos, aplaudidos ou incentivados!
O que interessa é avançar e fazer o que pensamos ser certo, foi o que fez este grupo que está de parabéns!
Esse trabalho foi apresentado no salão de festas da Casa de Saúde de S.Rafael e fez os presentes vibrarem pela sinceridade,entusiasmo e alegria com que transmitiram a sua mensagem de amor, visando sobretudo o carinho e atenção com que se devem tratar as crianças.
A peça, orientada pelo actor e professor Belarmino Ramos, embora representada por amadores princiantes cumpriu o seu papel transmissor de valores e de integração intergeracional pois integrou actores de diferentes faixas etárias.
Seguiram-se vários momentos de poesia, jograis, humor e a apresentação do côro da casa do pessoal do Hospital, coadjuvado
Enfim, foi uma tarde de boas-vindas à época natalícia bastante agradável, pena foi que não tivessem participado e ou comparecido mais pessoas do hospital como na altura frisou a representante da Casa do Pessoal.
Enfim, nem todos têm a mesma sensibilidade e o esforço, disponibilidade e dedicação nem sempre são compreendidos, aplaudidos ou incentivados!
O que interessa é avançar e fazer o que pensamos ser certo, foi o que fez este grupo que está de parabéns!
domingo, 27 de dezembro de 2009
O talento de um bom vitrinista
Passeava eu, na baixa de Lisboa, quando me deparei com esta montra que me fez parar e observar com atenção a arte do decorador, sim porque para se ser vitrinista é preciso ter preparação, sensibilidade e arte!
Na verdade, esta montra estava decorada com muita simplicidade, mas uma simplicidade apelativa. A decoração tinha tudo a ver com o tipo de estabelicimento, com o tipo de materiais existentes, que utilizava e com a época que se queria celebrar.
Isto é que é arte e saber em vitrinismo!
Isto é que é arte e saber em vitrinismo!
sábado, 26 de dezembro de 2009
Breve história das decorações da árvore de Natal
Parece impossível de acreditar, mas também há modas, para a árvore de Natal.
Segundo breve pesquisa que fiz, em 1816 o hábito de decorar uma árvore para o Natal era ainda recente e o escritor alemão E.T.A. Holffmann, no seu conto o Quebra Nozes e o Rei dos Ratos descrevia assim uma árvopre de Natal:
" A enorme árvore de Natal tinha penduradas muitas maçãs douradas e prateadas.Amêndoas de açúcar, bombons coloridos e outros doces deliciosos brotavam como rebentos e flores por todos os ramos "
A princípio apenas se penduravam decorações comestíveis , fruta, doces e nozes balançando-se ao lado de ovos e de bolachas.
A partir do séc. XVII, as pessoas começaram a fazer decorações mais festivas como pinhas douradas, cascas de ovos,vazias,cobertas com finas fitas de latão martelado, a folha de prata era usada para fazer delicadas estrelas, borboletas e flores em botão.
Nos fins do SÉC. XIX apareceram, pela primeira vez, em Lauscha, na Turíngia bolas em tamanhos diferentes, feitas pelos sopradores de vidro, em vidro transparente ou colorido com o interior revestido com chumbo e o exterior enfeitado com material brilhante.
Depois os artesãos conseguiram soprar grandes bolas de paredes finíssimas com a ajuda de uma chama de gás muito quente e que se podia ajustar. Depois o nitrato de prata substituíu a camada reflectora de chumbo e nasceram assim as bolas que hoje conhecemos mas que já estão, em muitos casos a serem substituídas por outo tipo de decorações.
Durante muito tempo Lauscha foi a principal produtora de decorações de Natal até que nos anos 20, Gablon, na Boémia e os japoneses principiaram também a dedicar-se a esta indústria até que os Estados Unidos começaram também, por volta de 1930/40 a dedicar-se à mesma indústria.
A partir de 1900 passaram a ser consideradas de mau gosto as árvores muito carregadas e coloridas e passou a apreciar-se árvores estilizadas brancas e prateadas.
Na minha infância, em minha casa, a árvore era enfeitada com laranjas, figos passados, laços coloridos, figuras prateadas feitas das pratas dos poucos chocolates que comíamos e guardávamos ciosamente ao longo do ano e bonecos de papel feitos por nós. E que saudades eu tenho, meu Deus!!!
Agora, por questões ambientais, já se fazem árvores que não são árvores e até para se ser diferente, árvores de pernas para o ar!!!
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Para o meu filho, um presente de Natal:
Estarei sempre atenta aos teus planos e projectos para te incentivar e apoiar.
Quero que saibas, meu filho que sempre que quizeres e precisares, rirei, conversarei e reflectirei contigo.
E quero ainda que saibas, meu filho, que mesmo que não estejamos juntos eu estarei sempre presente para te amar e ajudar e que mesmo para além da morte o meu amor te rodeará , encaminhará e iluminará teus passos...
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Para Albertina Parreira e Filomena Godinho no dia do seu aniversário:
Para as minhas amigas Albertina Parreira, na Ribeirinha e Filomena Godinho, no Porto Judeu, que estão hoje em festa de anos, envio um forte e apertado abraço de parabéns, com votos de longa vida com saúde junto dos que lhe são mais queridos.
E porque encontrei alguém com palavras mais eloquentes do que as minhas, aqui as registo porque transmitem completamente o que sinto.
Um beijinho para as duas!
E porque encontrei alguém com palavras mais eloquentes do que as minhas, aqui as registo porque transmitem completamente o que sinto.
Um beijinho para as duas!
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Cartões de Natal - a sua história
Este ano não recebi tantos cartões de Natal como o habitual, pudera, também já não os mando como costumava fazer... O telefone, o telemóvel e a Internet fizeram com que, em alguns casos, esse encantador hábito fosse um pouco ultrapassado, no entanto, notíciou-se que hoje os carteiros iriam entregar milhões de mensagens de Natal.
Quando ouvi esta notícia lembrei-me de uma anedota em cartoom em que a senhora à porta de casa agradecia ao carteiro e lhe desejava Bom Natal, nem queiram ver a carranca do desgraçado, carregado de correspondência... Na verdade, os correios e os seus funcionários são bastante sobrecarregados nesta época, penso que alguns carteiros ficarão fartos do Natal e dos respectivos cartões.
Segundo breve pesquisa fiquei sabendo que estes cartões que variam nos desenhos, cores e que têm sempre uma mensagem de esperança e alegria e um cunho de mimo de quem os envia para quem os recebe, tiveram a sua origem no séc.XIX, no ano de 1843 por iniciativa de Henry Cole, director de um museu em Londres que todos os anos costumava escrever longas cartas aos seus amigos, com votos de boas-festas. Como nesse ano não tivesse tempo de escrever cartas, pediu a um amigo, John C. Horsley que lhe desenhasse um cartão com uma mensagem impressa para substituir os votos anuais. Com o passar do tempo, este facto deu origem a um grande negócio e acrescentou este encantador e fantasioso costume às tradições de Natal .
Na verdade, há cartões lindíssimos , nos mais variados tipos de papel e que por vezes custam bastante caro. Sei que os amigos merecem isso e muito mais, numa época como esta, mas quanto a mim nada mais delicioso do que fazer os nossos próprios cartões, com algum material que se compre ou então, com material reciclado.
Se os nossos amigos receberem uma mensagem feita e decorada pelas nossas próprias mãos, naturalmente vão perceber o carinho e gosto que pusemos naquele trabalho e o quanto gostamos deles.
Costumo fazer isso, fiz este ano. E tu amiga/o, já é tarde para os cartões de Natal? E que tal se fizeres os cartões de agradecimento!!!???.
Mãos à obra.
Aproveita as fitas e os lindos papeis dos presentes, não faças da palavra reciclar uma palavra morta!
Quando ouvi esta notícia lembrei-me de uma anedota em cartoom em que a senhora à porta de casa agradecia ao carteiro e lhe desejava Bom Natal, nem queiram ver a carranca do desgraçado, carregado de correspondência... Na verdade, os correios e os seus funcionários são bastante sobrecarregados nesta época, penso que alguns carteiros ficarão fartos do Natal e dos respectivos cartões.
Segundo breve pesquisa fiquei sabendo que estes cartões que variam nos desenhos, cores e que têm sempre uma mensagem de esperança e alegria e um cunho de mimo de quem os envia para quem os recebe, tiveram a sua origem no séc.XIX, no ano de 1843 por iniciativa de Henry Cole, director de um museu em Londres que todos os anos costumava escrever longas cartas aos seus amigos, com votos de boas-festas. Como nesse ano não tivesse tempo de escrever cartas, pediu a um amigo, John C. Horsley que lhe desenhasse um cartão com uma mensagem impressa para substituir os votos anuais. Com o passar do tempo, este facto deu origem a um grande negócio e acrescentou este encantador e fantasioso costume às tradições de Natal .
Na verdade, há cartões lindíssimos , nos mais variados tipos de papel e que por vezes custam bastante caro. Sei que os amigos merecem isso e muito mais, numa época como esta, mas quanto a mim nada mais delicioso do que fazer os nossos próprios cartões, com algum material que se compre ou então, com material reciclado.
Se os nossos amigos receberem uma mensagem feita e decorada pelas nossas próprias mãos, naturalmente vão perceber o carinho e gosto que pusemos naquele trabalho e o quanto gostamos deles.
Costumo fazer isso, fiz este ano. E tu amiga/o, já é tarde para os cartões de Natal? E que tal se fizeres os cartões de agradecimento!!!???.
Mãos à obra.
Aproveita as fitas e os lindos papeis dos presentes, não faças da palavra reciclar uma palavra morta!
O meu pobre e rústico centro de mesa...
Queria fazer um centro para a minha mesa de jantar que lembrasse o Natal e que fosse diferente. Mas, não sabia como, estava mesmo sem ideias, bloqueada...
A base já tinha, agora vou ao quintal a ver se me surge alguma coisa, vejo as cameleiras e apanho algumas hastes, espeto-as na substância esponjosa e agora? Já sei, vejo as chávenas de café e outras em miniatura com motivos de Natal e lá as prendo com uns pequenos laços dourados, agora coloco nas pequenas chávenas alguns bombons envoltos em papel colorido, ficou assim, fresco e rústico :
Tenho ratinhos em casa, ora vejam, uns ratinhos gulosos e comilões que à socapa me vão aos bombons!!!
Bom Natal !!!
A base já tinha, agora vou ao quintal a ver se me surge alguma coisa, vejo as cameleiras e apanho algumas hastes, espeto-as na substância esponjosa e agora? Já sei, vejo as chávenas de café e outras em miniatura com motivos de Natal e lá as prendo com uns pequenos laços dourados, agora coloco nas pequenas chávenas alguns bombons envoltos em papel colorido, ficou assim, fresco e rústico :
Tenho ratinhos em casa, ora vejam, uns ratinhos gulosos e comilões que à socapa me vão aos bombons!!!
Bom Natal !!!
12ª gala de Natal da AKA
Pois é, estamos em época de festas e convívio, por isso, como é já tradicional, a Associação de Karaté dos Açores promoveu ontem o seu jantar de Natal, no qual participaram muitos dos seus atletas, assim como juízes, familiares, simpatizantes e dirigentes da Terceira mas também de S. Miguel , Faial, Pico S. Jorge e Stª Maria .
Foi um encontro engraçado ao qual participei com o meu marido que é vice presidente da assembleia geral, e filho que é karateca desde os 6 anos de idade.
Foi no Club Musical Angrense que estava decorado a rigor e começámos por assistir à apresentação, em Power Point, de uma resenha dos eventos e actividades realizadas no âmbito da associação, ao longo do ano 2009. Seguiu-se um óptimo jantar sempre num clima de camaradagem e boa disposição.
Por fim, foram distinguidos atletas que ao longo do ano tiveram melhores pontuações, foi feita troca de presentes e João Guiod de Castro, mentor de tudo isto, atleta e dirigente desportivo da associação agradeceu a participação de todos e a colaboração ao longo do ano prestes a findar assim como ao longo da existência da AKA.
E nós, pela nossa parte, agradecemos o que tem feito em prol do desporto açoriano, especialmente pelo Karaté, assim como o convite que nos proporcionou um agradável momento de Natal. Só nos resta desejar a todos os Karatecas açorianos e familiares e aos seus dirigentes, treinadores e afins um FELIZ NATAL.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Jantar de Natal da E.D.A.
Ontem, 19 de Dezembro, foi o jantar de Natal da Empresa de Electricidade dos Açores e muitos dos funcionários desta empresa juntaram-se em franco e agradável convívio no hotel Caracol em Angra do Heroísmo.
Como o meu marido é funcionário na empresa, também se associou à tradicional iniciativa e eu acompanhei-o e gostei imenso.
Estava tudo decorado a rigor, segundo a época festiva que atravessamos e as mesa tinham lindos arranjos:
Foi servido um agradável aperitivo ao que se seguiu um lauto e bem confeccionado jantar, e estavam todos bem dispostos. Houve sorteios pelos funcionários presentes e karaoke.
No fim, após as sobremesas, foi servido o bolo que era lindíssimo com o logotipo da empresa
e muito saboroso e bem confeccionado, parece que com um recheio de amêndoa...a acompanhar o digestivo.
Para culminar tudo isto houve , no exterior do hotel, claro, um bonito espectáculo de fogo de artifício que alegrou ainda mais o ambiente visto que as pessoas tiveram ainda mais oportunidade de conversar e de cumprimentar colegas antigos ou que já não viam há tempos.
Quero realçar aqui o facto de terem sido convidados os colegas reformados visto que penso que por ser Natal , esta atitude se enquadra perfeitamente neste espírito - Lembrar os outros, especialmente os que estão mais sózinhos!
Perante tudo isto, só me resta dar os parbéns e agradecer à comissão organizadora desta festa e pedir ao Menino-Jesus que nos dê saúde e disposição para podermos participar nesta bonita iniciativa, no Natal de 2010!
BOAS FESTAS!!!
domingo, 20 de dezembro de 2009
A minha sementeira de Natal
Nos Açores, é tradicional, porem-se sementes a germinar, em pequenos pratinhos para depois se pôrem a decorar os altarinhos do Menino Jesus e os presépios.
Normalmente, isso faz-se no dia de Nossa Senhora da Conceição ou no dia de Santa Luzia, não me perguntes porquê, porque não sei responder ao certo, a minha resposta é, porque já minha mãe procedia assim!
Então vêem-se pequenos pratinhos de trigo, cevada, tremoço, ervilhaca alpista Etc., enfileirados, à espera das sementinhas darem um ar da sua graça para irem ocupar os seus postos, nos dias de Natal...
Penso que este hábito se prende com o facto de os agricultores quererem testar as suas sementes para na altura certa as lançarem à terra, e também pelo facto de antigamente não haver decorações de Natal à venda( e ainda bem!) e de as pessoas instintivamente terem adaptado e adotado este lindo costume.,
Guardei as sementeiras às escuras para ficar branquinho, e fui deitando um pouco de água em dias alternados.
Normalmente, isso faz-se no dia de Nossa Senhora da Conceição ou no dia de Santa Luzia, não me perguntes porquê, porque não sei responder ao certo, a minha resposta é, porque já minha mãe procedia assim!
Então vêem-se pequenos pratinhos de trigo, cevada, tremoço, ervilhaca alpista Etc., enfileirados, à espera das sementinhas darem um ar da sua graça para irem ocupar os seus postos, nos dias de Natal...
Penso que este hábito se prende com o facto de os agricultores quererem testar as suas sementes para na altura certa as lançarem à terra, e também pelo facto de antigamente não haver decorações de Natal à venda( e ainda bem!) e de as pessoas instintivamente terem adaptado e adotado este lindo costume.,
Já há anos que costumo cumprir a tradição, nesta área e ponho a germinar ervilhaca que é uma leguminosa forrageira de bom crescimento que proporciona, segundo os entendidos, uma eficiente cobertura protectora e melhoradora dos solos e que pode ser usada para pastagem ou fenação. Contém muitas proteínas, resiste ao frio e mede em condições normais,cerca de 1m. de altura.
Mas vamos ao meu assunto:
No dia 8 de Dezembro, estava um belo dia para sementeiras e eu aproveitei:Passados dez dias já haviam crescido bastante e estava na altura de decorar o Deus Menino com eles , de oferecer alguns e de enfeitar a minha casa como podes ver nas fotos abaixo.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Exposição de Isabel Sabino
Tive a sorte de poder admirar, no Centro Cultural de Belém, Loja 3, uma exposição desta artista contemporânea, nascida em 1955 na cidade de Lisboa, licenciada em artes decorativas pela escola Superior de Belas-Artes de Lisboa e actualmente professora de pintura, penso que na mesma faculdade onde estudou. Esta artista realiza desde 1976 paineis de pintura, públicos e privados, trabalhos gráficos etc.
O trabalho que felizmente apreciei esteve patente ao público de de 31 de Outubro a 3 de Dezembro, teve como título " E os pássaros cantam" e consistia numa técnica mista de acrílico sobre tela que resultou numa "melodia" de cores que enchiam os olhos que pasmados perante tamanha sensibilidade não queriam fugir dali.
É nestas alturas que me sinto uma felizarda por ter a oportunidade de apreciar trabalhos desta natureza e beleza, senão vejamos o que se segue e então dar-me-ão certamente razão...
Visita ao museu da presidência da República, em Belém
No dia 20 do mês passado fui visitar este museu, inaugurado há precisamente 5 anos e que é um grande veículode divulgação da instituição presidencial portuguesa.
Lá podemos ver um património histórico de milhares de peças que tetemunham a vida e a actividade política e pública dos dezoito presidentes da república portuguesa desde 1910 até hoje:
Objectos pessoais, condecorações, bustos e retratos oficiais, presentes de estado e documentação.
Este museu quanto a mim, tem uma forte componente pedagógica especialmente nesta exposição pemanente em que nos é dado contactar com as diferentes fases da República portuguesa em especial o seu papel, evolução assim como a vida e acção política dos seus intervenientes.
Lá podemos ver um património histórico de milhares de peças que tetemunham a vida e a actividade política e pública dos dezoito presidentes da república portuguesa desde 1910 até hoje:
Objectos pessoais, condecorações, bustos e retratos oficiais, presentes de estado e documentação.
Este museu quanto a mim, tem uma forte componente pedagógica especialmente nesta exposição pemanente em que nos é dado contactar com as diferentes fases da República portuguesa em especial o seu papel, evolução assim como a vida e acção política dos seus intervenientes.
E depois deste banho de cultura, nada melhor do que entrar numa das mais tradicionais pastelarias para comprar os afamados Pasteis de Belém!
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