segunda-feira, 13 de abril de 2015

Beijinhos doces


Neste dia especial não posso deixar passar a oportunidade de registar aqui a minha receita especial de beijinhos, aqui vai ela:
Aqui vão estes beijinhos,
que levam leite condensado.
côco e muitos miminhos
e açúcar cristalizado.
É tudo bem misturado,
com açúcar bem branquinho,
ao microondas é levado.
para depois fazer bolinhos.
Envolva no açúcar cristalizado,
no cimo coloque um cravinho,
sempre com muito cuidado,
e decore com um beijinho!
13/Abril/2015
Clara Faria da Rosa

Porque se fecham os olhos???

E já agora, neste dia dedicado ao beijo, gostaria que me dissesses por que razão as pessoas fecham os olhos para beijar?
Li algures que é para a pessoa se concentrar no que está a fazer...E tu, qual é a tua opinião?
Está aberto o debate!

Os Colchões da nossa memória:


Parece incrível mas a verdade é que os colchões nem sempre foram o que são hoje, no tempo da minha avó e da minha mãe e quando eu era criança eram de folha, da folha do milho, escolhida da mais fina e branquinha que no Verão era lavada, posta ao sol e renovada, então estes ficavam altos e cheirosos e quando nós nos deitávamos, faziam um barulhinho que chamava o sono, ficávamos muito aconchegadinhos e dormíamos que nem justos. 
Ainda me lembro da trabalheira que era todos os dias ter que remexer a folha para os colchões ficarem fofos e até me lembro que a minha mãe tinha uma cana da largura da cama, preparada para os nivelar e assim ficar tudo muito direitinho. Enfim, outros tempos...
A folha era metida em colchões feitos de linho cultivado, tratado e fiado por essas mãos ancestrais e esse tecido cá na Terceira era quadriculado em tons de azul .
Pois é disso que te quero falar, no fundo de uma arca que herdei da casa dos meus pais, havia um desses colchões, sem a folha, claro, que nunca fora usado e eu sempre que o olhava lembrava-me com uma certa nostalgia destas coisas que te estou a contar. Receosa que mais tarde alguém se desfaça dele por não  estar ligado a estas recordações e por isso não compreender o seu valor, resolvi aplicá-lo, quer dizer fazer uma reciclagem e o colchão virou toalha rústica, uma toalha bastante grande para usar numa mesa no terraço onde comemos nos dias agradáveis de Verão.
Fiz um entremeio e uma renda para pôr à volta e ficou com este aspecto:

domingo, 12 de abril de 2015

Dia internacional do beijo:


Beijo é o toque dos lábios em ou com qualquer coisa, normalmente numa pessoa.
No Ocidente, o beijo, é consideradao um gesto de afeição. Entre amigos é utilizado como despedida e ou cumprimento. Um beijo dado na boca de outra pessoa é um símbolo de afeição romântica e tem, quase sempre, conotação sexual. O beijo pode ser um sinal de reverência, por exemplo quando beijamos o anel do papa ou do bispo.
Quando eu era criança, ensinaram-me a beijar a mão dos familiares mais velhos, pais, padrinhos, avós e tios e a pedir-lhes a benção.
Neste dia internacional do beijo, mando-te muitos beij inhos amigos, sinceros e respeitosos e beijo, com reverência, as mãos dos meus pais , onde quer que estejam, por tudo o que  foram e representaram para  mim! 
Um beijinho da Clara!!!

13 de Abril, dia internacional do Beijo

Dia internacional do beijo

Neste dia, beijinhos ternurentos desta tua amiga, Clara Faria da Rosa

Drag and drop meDrag and drop meDrag and drop meDrag and drop meDrag and drop meDrag and drop meBeijinhos doces,
Neste dia especial não posso deixar passar a oportunidade de registar aqui uma receita de beijinhos.
Não é minha, copiei-a de um blogue que visitei," Almanaque culinário " Aqui vai ela:


1 lata se leite condensado,
100grs. de côco,1/4 de chávena de chá de água,
Açúcar cristal para decorar,
3/4 de chávena de chá de açúcar.


Misture todos os ingredientes e leve ao microondas 8ou 9 mn.
Retire,bata bem e deixe arrefecer.
Faça pequenas bolinhas e passe por açúcar cristal e decore com cravinho da Índia


sexta-feira, 10 de abril de 2015

Quando os reis vieram à Terceira

Quando os reis vieram à Terceira
D. Carlos, filho de D. Luís 1º e da princesa Maria Pia de Saboia, casou em 1886 com a princesa D. Amélia de Orleães, filha do conde de Paris, na igreja de S. Domingos, em Lisboa e tornou-se rei de Portugal em 1889.
Ficou conhecido na história pelo Oceanógrafo, cognome justificado pela sua paixão pela oceanografia, por Martirizado ou Mártir por ter morrido assassinado e por Diplomata devido às várias visitas de cortesia que fez a diversos países, e aos arquipélagos da Madeira e dos Açores onde aportou nos princípios de Julho de 1901.
São dessa época os saborosos bolinhos que todos conhecem feitos com farinha de milho, ovos, mel de cana e especiarias que foram baptizados com o nome da soberana, em sua honra; O que não se sabe ou não se diz é que as mulheres da freguesia da Ribeirinha, ilha Terceira, teceram uma colcha com a coroa real, para lhes oferecer.
Partiram os monarcas, levando a dita colcha da qual foram feitas cinco réplicas, para várias famílias da ilha.
Quando criança ouvia falar de uma dessas colchas, pertença de uma tia minha, cujo marido a herdara de seus pais, como criança não ligava ao assunto, contudo, morrendo a minha tia e o marido, foi herdeiro o filho destes, o meu primo Francisco Fernandes Martins Aguiar ( Ramalho) casado com Ercília Borges Aguiar os quais num momento de aflição prometeram rezar o terço ao Senhor Espírito Santo e dar um almoço a inocentes e a familiares, isto em Agosto de 2011.
Fui lá rezar o terço e então ao ver a referida colcha, exposta, fiquei a pensar na história que te contei, nas transformações sofridas pela nossa sociedade, no espaço de um século, e nas nossas antepassadas que tanto trabalhavam e que segundo creio, não o fizeram por acaso nem sem objectivo, mas com muita coragem, dignidade e persistência...E aí senti um grande orgulho das nossas avós terceirenses cujo amor, força, e coragem faziam com que valesse a pena viver apesar das adversidades de então!!!
Cada vez mais tenho a certeza de que os costumes e instituições legados pelos nossos antepassados, constituem a sabedoria de muitas gerações após séculos de experiências o que ao fim e ao cabo é a nossa história. Temos obrigação de dar continuidade a essas tradições, pois romper com o passado será pura loucura é como cortar as raízes de uma árvore sem as quais não se poderá sustentar!
Cá está a linda colcha, feita nos teares da Ribeirinha, há mais de cem anos!

domingo, 5 de abril de 2015

Passeios da cidade da Horta/Faial

Matemática, simetria, cuidado e beleza nas calçadas da cidade da Horta:
Se há profissão que admiro é a de calceteiro. Admiro aqueles homens que passam os dias curvados, com as costas voltadas ao Sol e o rosto olhando a terra...
Tiro-lhes o chapéu, por cultivarem uma forma de arte milenar cujo resultado, muitas vezes, passa despercebido aos transeuntes que, na sua azáfama do dia-a-dia, ou por falta de sensibilidade e ou respeito, frequentemente não se apercebem da beleza das formas e desenhos que pisam, fruto do trabalho que aqueles homens criam, com amor e suor.
Como te disse, estive na cidade da Horta - Faial no fim do passado mês de Março e se há cidade que se pode orgulhar das suas calçadas, dos seus passeios, com desenhos simétricos, parecendo o característico bordado de rechilieu é aquela, admirei sobremaneira os seus passeios e as suas ruas arrendadas!
É por isso que, tirei algumas fotos,embora poucas, porque o tempo não permitiu mais... para te mostrar e para recordar...





























sábado, 4 de abril de 2015

Olhar de Páscoa

Olhar de Páscoa


 Olho as pessoas
 e vejo a Páscoa
 No brilho dos seus olhares,
 No sorriso dos seus lábios,
 No cumprir dos seus deveres,
 No ajudar os seus amigos.
 Olho à minha volta
 e vejo a Páscoa
 A Primavera  festejar,
No colorido das flores,
 Na  Natureza a pintar
A vida de todas as cores.
Olho para dentro de mim 
e vejo a Páscoa
Com  uma vontade forte
De o grande mistério anunciar,

Da vitória sobre a morte
E de a vida celebrar.
Penso na vida 
e sinto a Páscoa
Como um mágico segredo
Que não consigo guardar
E anuncio sem medo
É um milagre, ressuscitar!

 Páscoa / 2015
Clara Faria da Rosa


sexta-feira, 3 de abril de 2015

Ninho de Páscoa

Ninho de Páscoa



Costumo, todos os anos pela Páscoa, fazer este bolo, embora não tenha nada de especial, é muito decorativo e o meu filho quando era criança adorava ter uma amêndoa sobre a sua fatia. Normalmente uso fios de ovos mas não havia no mercado e o funil com que eu costumo fazer está tão bem guardado que nunca o encontrei... Então decidi fazer com ovos moles e não ficou nada mal.
O bolo é um bolo simples que pode ser recheado ou não só que eu não recheio porque, para fazer mal já basta o que aí vai, depois faz-se uma pequena forra de chocolate que se verte rudimentarmente sobre o bolo e enche-se a cavidade com fios de ovos, neste caso ovos moles .
Passo-te a receita dos ovos moles que é muito simples, económica e boa  para rechear ou decorar:

Ovos moles económicos:

250gr. de açúcar,
1,5 dl de água,
5 ovos mais uma gema,
1 colher das de sopa de farinha Maizena.
Leva-se o açúcar com a água a ferver durante 5 minutos e deixa-se arrefecer.
Noutro recipiente coloca-se a farinha Maizena e vão-se misturando aos poucos os ovos e a gema, mistura-se muito bem!
Verte-se o creme anterior, em fio, sobre a calda de açúcar, mistura-se bem e leva-se lume brando, mexendo sempre, até engrossar. 
Coloca-se a panela num recipiente com água fria e mexe-se até arrefecer.
Está pronto a usar!


Para este bolo precisas de uma forma deste género para ficar uma cavidade no interior do bolo.