domingo, 13 de setembro de 2009

O aniversário da Bárbara





Faz Hoje um aninho a minha amiguinha Bárbara que podemos ver aqui ao colo do seu pai, numa foto tirada no dia 14 de Junho passado. Adoro esta linda, risonha e bem disposta bebé.Um Beijinho de parabéns à Bárbara e votos de que cresça e faça muitos anos para seu bem e felicidade de toda a família.

Fui à Serreta em Romaria

Fui no Sábado à Serreta a pé, em romaria à Senhora dos Milagres, levei 5h, mas valeu a pena!

O ano passado, estava de perna partida e pensei tanto que jamais conseguiria realizar tal façanha que costumava fazer todos os anos, tive sorte, já estou boa e fui agradecer à Senhora dos Milagres.

Pelo caminho tirei estas fotos de certos aspectos que me chamaram mais a atenção e que retratam muitos aspectos e maneiras de ser e viver das nossas gentes

O meu marido ficou em casa para depois me ir buscar,de carro. Assistimos à missa , rezei a agradecer e voltámos não sem antes ir buscar a pagela que costumo guardar que tem esta oração:

Lembrai-vos ó piíssima Virgem Maria, que nunca se ouviu dizer que algum daqueles que têm recorrido à vossa protecção, implorado a vossa assistência e reclamado o vosso socorro, fosse por vós desamparado.

Animado eu, pois, com igual confiança, a vós Virgem entre todas singular, como a mãe recorro, de vós me valho, e, gemendo sob o peso dos meus pecados, me prosto a vossos pés.

Não desprezeis as minhas súplicas, ó Senhora dos Milagres, mas dignai-vos de as ouvir propícia e de me alcançar o que vos rogo, amen.









terça-feira, 8 de setembro de 2009

A minha figueira







Embora já velha, esta árvore, quando chega a Primavera dá sempre sinal de si e em Setembro oferece-nos os seus frutos que embora pequenos, pois penso que a árvore não é tratada convenientemente, lá vão dando para se comer e fazer doces, compotas e bolos, como o que fiz no domingo passado que podes ver na outra página, onde registo alguma coisa da minha cozinha do dia a dia e não só, também lá mais para a frente farei figos cristalizados como é habitual, para guardar para o Natal.
Enfim é uma árvore comum aqui nos Açores, que segundo pequena pesquisa que fiz, tem o nome científico de Ficus carica l, da família moraceae e de origem asiática. É uma árvore que se adapta a qualquer tipo de solo embora se desenvolva melhor em terrenos profundos e permeáveis e em climas temperados.
O fruto da figueira a que chamamos figo, na verdade, não passa de um receptáculo de casca macia e fina onde se encontram os verdadeiros frutinhos, as sementinhas e os restos das flores da figueira, sendo todo o conjunto completamente comestível.
O conjunto referido é rico em açúcar, muito energético, possuindo potássio, cálcio, fósforo e outros sais minerais, contribui para a formação óssea e dos dentes e evita a fadiga mental, ajudando ainda à transmissão normal dos impulsos nervosos.


segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Sorrindo...






Li algures que "O Sorriso é a escova que consegue tirar as teias de aranha do coração", é por isso que me esforço para estar o mais bem disposta possível e afastar "fantasmas" passados, presentes e ou futuros.
Estar bem disposta é um hábito que se adquire quando compreendemos o quanto é valioso o bem que temos por mais insignificante que seja e quando aprendemos a viver contentes com o que temos.
É por isso que me estou a rir para ti neste momento, para te desejar uma boa semana, que sejas forte e que uses o teu senso comum que te ajudará a afastar as teias de aranha que possas ter no teu coração...sorrindo!

domingo, 6 de setembro de 2009

O presente que fez pensar...



Que sentirias tu se recebesses inesperadamente em tua casa uma linda cestinha de figos como esta que eu recebi?
Ficarias feliz, naturalmente!
Pois foi o que me aconteceu, sente-se um calorzinho no coração quando se constata que alguém pensou em nós, não é?
O casal Moura, pensou em mim e na minha família e seleccionou os melhores frutos da sua figueira para nos mandarem de uma forma tão agradável que nos agradou e sensibilizou sobremaneira.
Também temos uma figueira , mas os figos não são daquela qualidade e calibre e estavam muito atrasados quando recebemos o presente que tanto nos agradou e que agradecemos.
Estava aqui a pensar, a respeito da palavra presente, num episódio que me aconteceu no mês de Setembro há 55 anos passados.
Preparava-me para entrar na escola primária, como então se chamava, no dia 1 de Outubro e assim iniciar o meu percurso académico, à altura não havia infantários, nem prés, nem nada dessas vantagens actuais a que as pessoas de tão corriqueiras já nem lhes dão o devido valor.
A minha mãe já me havia preparado a minha mala de cartão, não a da cantora, com o livro, um caderno de folhas de duas linhas, uma pedra com a sua esponja, como apagador, e o respectivo lápis e já me tinha feito a bata branquinha, pois à altura era assim, a bata nivelava e tapava as misérias ou necessidades, comprara-me também uma caixinha redondinha em alumínio para eu levar um lanchinho para os intervalos, pois viria almoçar a casa. Muito previdente, a minha mãe, lembrando-se que " a luz que vai à frente é que ilumina", resolveu matricular-me o mês de Setembro na "escola paga" como então se dizia, para eu já ir um pouco preparada para a escolar e não ter problemas de adaptação.
Lá vai a Clarinha, toda contente, com o seu avental com muitos folhos, um grande laço na cabeça e a sua mala recheada de tesouros para a escola da Professora Rita, chegando lá encontra muitos alunos sentados em pequenos banquinhos à volta de uma sala e a professora, muito profissional, a chamar os nomes que tinha registado na sua lista. João,-presente, responde a criança! Maria, -Presente, Ilda,-presente, presente, presente, presente, vão respondendo as crianças à chamada!
Eis se não quando, grande berreiro na sala, todos espantados sem saber o que se passava, era a Clarinha que chorava aflita por não ter levado um presente para a professora, pois só conhecia a palavra no sentido de oferecer algo a alguém quando a mãe lhe dizia:
-Vai levar este presente à vizinha ou à tia, quando havia carne fruta ou algo mais para partilhar.
Vejam só como uma cesta de figos teve o condão de me fazer voltar ao sotão da minha infância!
Obrigada amiga Claudina e marido!

domingo, 30 de agosto de 2009

Linda Festa!



A Sílvia Moura e o Gilberto Pedrosa são um jovem casal que celebraram o seu matrimónio no dia 19 do passado mês de Julho, na igreja do Sameiro em Penafiel. A Sílvia é terceirense, filha de uma colega e amiga minha a Claudina Moura e do Sr. José da Rocha Moura e o Gilberto é continental do Norte do país. Resolveram casar em Penafiel porque as famílias Moura e Pedrosa poderiam estar junto deles naquele dia tão especial. Celebram o acontecimento Na quinta de Santa Cruz, Porto.









Aqui estão imagens da igreja e do local onde se reuniram depois da cerimónia religiosa, tiradas da Internet, que me perdoem os seus autores, porque embora convidada, não estive lá, com imensa pena.
Aconteceu que o casal, depois da sua lua de mel, regressando à sua casa, resolveu convidar alguns amigos e familiares que não tinham ido ao casamento, para a cerimónia da bênção da sua casa.
Foi realmente lindo, tudo estava decorado a rigor, com muito gosto e requinte. O Sr. padre que por feliz coincidência, havia sido o que os casara, reuniu os convidados no salão pedindo a Deus para guardar, encaminhar e defender aquele casal que passaria a habitar aquela casa, para que nela vivessem com amor paz saúde e prosperidade e que os defendesse dos perigos e dos inimigos físicos e espirituais, após o que benzeu a sala e todos os compartimentos da casa. Foi realmente tocante se pensarmos que aquela nova vida em comum se vai desenrolar naquele espaço onde serão vividos momentos bons e maus, onde terão que aprender a aceitar-se, a tolerar-se e a desculpar-se e onde terão que ultrapassar muitos obstáculos que os irão tornando fortes e tolerantes como pessoas e cônjuges...


No Exterior estavam expostas fotografias da cerimónia em Penafiel para que os que não tinham estado presentes ficassem com uma ideia do que se tinha passado, seguiu-se, no jardim da casa, um agradabilíssimo e lauto jantar, num clima descontraído e alegre que se prolongou pela noite dentro pois o clima e o ambiente estavam apetecíveis.


Foi um prazer estar lá, com o meu marido e filho, agradecemos o convite e desejamos aos noivos, que passam a ser nossos vizinhos, muitas prosperidades!










quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Piquenique/churrasco na Salga

A baía da Salga, situa-se na costa sul da ilha Terceira, na freguesia de S. Sebastião. É um local histórico porque foi aqui que se deu a tão falada batalha da Salga a 25 de Julho de 1581, entre os castelhanos que aí desembarcaram e as tropas que defendiam a pretensão de D. António Prior do Crato ao trono de Portugal, em oposição à união com Castela, isto na crise da sucessão de 1580.
Ao falar-se deste local e desta batalha não nos podemos esquecer de falar de Brianda Pereira, a mulher que se destacou durante a mesma porque, segundo a história, liderou um grupo de mulheres, soltando sobre os espanhóis, já em terra, gado bravo, fazendo com que os mesmos recuassem.
Foi pois graças a estes acontecimentos que a ilha resistiu aos invasores durante mais de dois anos, sendo o único território português independente.
É por isso que os terceirenses gostam muito de dizer que Portugal já foi só aqui!
Pois esta zona é agora uma zona balnear e de lazer, muito frequentada, com um parque de campismo, um pequeno porto e uma piscina natural.
É aqui que nós, temos uma pequena casa de férias onde fizemos no passado Domingo, dia 16, um informal convívio, com alguns amigos e familiares.
O meu filho, Carlos Francisco, esteve encarregue do churrasco, embora, por fim acabasse por ter algumas ajudas, eu temperei as carnes , fiz uma grande salada e o meu marido tratou da bebidas e foram chegando aos poucos os convivas.
O meu primo Augusto e a sua mulher que vivem na Bélgica e estão cá de férias, os nossos amigos Abel Borba e sua esposa Elisa, que vivem em Lisboa e estão cá a veranear, na sua casa dos Biscoitos, os nossos amigos João Melo e Maria de Lurdes e a sua afilhada Filomena Godinho,
a D. Etelvina e o seu marido Carlos , a minha cunhada Nélia que chegou mais tarde, a minha prima Albertina e a sua filha Daniela que está cá de férias com o namorado Bruno, e que também vieram tarde porque haviam ido a uma festa. Enfim, foi uma tarde agradabilíssima e um convívio informal que quero guardar no meu coração e na minha memória, por isso aqui fica para mais tarde recordar...